sábado, 20 de novembro de 2010

Vontade Própria


Eu gosto da solidão,
já me acostumei com ela.
Não quero companhia,
não adianta eu tentar querer mesmo!


As amizades, de repente me parecem
superficiais.
As dores, de repente me parecem
reais.
Os amores, de repente me parecem
inexistentes.
Os pensamentos, de repente me parecem
insistentes.


Meu corpo, minha alma e meus pensamentos traem,
traem meu próprio corpo, minha alma e meus pensamentos,
que já não aguentam mais tal sofrimento


O remédio seria o esquecimento,
mas a memória cardíaca não quer deixar aqueles momentos,
no entanto, toda dor se mistura com lembranças saudosas.


E agora as palavras saem como querem, como o vento,
já não faz mais sentido, talvez nunca tenha feito
só resta agora o desejo...
Memória dos sentidos

Não, eu ainda não
quero que acabe.
Eu ainda penso em você
ainda te quero.
Lembro da tua casa
e de você;
lembro do teu quarto
e de você;
Lembro da tua musica
e de você.
Lembro de teu cheiro, do teu sexo
do teu sono, do teu escasso carinho
da tua mão, do teu pescoço
do teu ouvido, do som da tua voz
do teu abraço, do teu beijo.
Lembro de você, 
e não consigo esquecer