Em 9 de outubro de 1967 um dos maiores revolucionários é covardemente assassinado na Bolívia, 40 anos após sua morte uma dessas revistas que enfeitam mesas de luxuosas residências publíca uma "edição especial" degredando a imagem deste herói revolucionário, que lutou e morreu para que pessoas pudessem viver em uma sociedade mais justa e igualitária. Um homem que abandonou sua família, sua promissora carreira medica, e todos os bens materiais ao perceber que o mundo poderia ser bem melhor se pessoas se reunissem e lutassem para isso. Este homem além de assassinado, agora é taxado com "falso herói". Bom, se Ernesto Che Guevara é "falso herói" então devo aplaudir de pé aquele que senta em uma cadeira luxuosa em seu escritório super estruturado, que foi eleito para comandar com dignidade uma Nação e que agora se preocupa apenas em obter os meios necessários para manter o mundo sob seu controle, aplaudir aqueles que dividem as riquezas da uma sociedade apenas consigo mesmo.
Chega de hipocrisia, chega de mentiras e verdadeiros "falsos heróis", chega de pessoas morrendo de fome em um país que exporta alimento, chega do capitalismo selvagem!!! Viva Ernesto Che Guevara, um "falso herói" que morreu de verdade, lutando por uma sociedade justa de verdade.
Silvana Florencio

Olha só, ainda não li a revista mais conheço o titulo, como eles iriam vender revistas sem causar polêmica ?
ResponderExcluirBruno,
ResponderExcluirEsse é um dos problemas! Querer alcançar o consumidor a qualquer custo, sem importar-se com o compromisso com a verdade e o jornalismo sério! Existem diversas formar de se vender os seus exemplares, uma delas é escrevendo bons textos que desperte o interesse do leitor pelo seu conteúdo verídico.